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The Comeback - 10

  • Foto do escritor: Fernanda  Butler Garcia
    Fernanda Butler Garcia
  • 22 de abr. de 2018
  • 17 min de leitura


Drew deixamos Mel em casa, estamos brotando. - Chaz disse.


Aguenta ai irmão. - Chris falou.


Claro que eles ia mandar eu segurar as pontas, não era eles que estavam no sufoco. Mas pelo menos as meninas estavam sã e salvas, pelo menos isso consegui cumprir para minha mãe. Já tava perdendo todo tipo de ideia para despistar esses caras, mas agora tava se fechando o circo. Sinto disparos no meu carro, fazendo o mesmo derrapar na pista, largada final... Sem pneu e sem caras para me dar cobertura, não tinha saída me pegaram de jeito mano. Desci do carro com as mãos para o alto mostrando que eu estava desarmado, esperei o infeliz que estava comandando tudo aquilo, descer do carro.


- Vamos! Fizeram esse circo todo para não mostrar a cara de vocês? - Disse bem confiante, me matar eles não vão pelo menos não agora.


O silêncio daquela pista deserta reinou, ninguém se movia, muito menos eu. Só se ouvia barulho de grilo e outro animais que ali habitavam. Quando escuto porta se abrindo, revelando um cara de toca.


- Não preciso Bieber, você já me conhece irmão. - O cara disse revelando ser quem eu jamais pensei que iria rever.


Jason Derulo. O cara que me colocou nesse mundo, que me mostrou que eu podia ter poder e dinheiro facilmente. Tudo começou no Canadá, quando precisei caçar um meio de ganhar dinheiro para ajudar minha família mas emprego sem terminar os estudos não rolava de forma nenhuma, então conheci Jason numa festa. Vi ele rodeado de meninas, dinheiro tudo de luxo que tinha naquele lugar estava ao seu lado, claro que aquilo me impressionou. Como podia um cara um pouco mais velho que eu ter tudo aquilo? Fui atrás da resposta que eu queria, de primeiro ele mandou me expulsar de perto dele mas depois conquistei o cara, então foi ai que ele começou a me levar a diversos lugares, passar drogas para pessoas no caso ser um ''aviãozinho'' mesmo mas aquilo estava me resultando em uma boa grana, não chegava aos pés de Jason mas já conseguia ajudar em algumas coisas, comprar melhores roupas e todas as futilidades que eu queria. Com o tempo fui crescendo no ''ramo'' e virei braço direito dele, mas como todos dizem quando as pessoas se sentem ameaçadas querem te rebaixar, acabar com você cruelmente. Foi isso que aconteceu... Jason queria me colocar para fora da gangue, mas não era tão fácil assim eu havia conseguido muitas coisas para ele, coisas que nem ele mesmo imaginava. Então a guerra foi travada, mas como ele mandava e desmandava no Canadá ele meio que ganhou a batalha, não porque eu fui covarde mas sim porque ele ameaçou tirar tudo que eu amava, coisa que eu não tinha como devolver na mesma moeda. Ele era um cara sem ninguém no mundo, não tinha nada a perder foi aonde que eu tive que me mudar, nisso os caras vieram comigo.

- Surpreso em me ver? Creio que sim. - Jason riu.


- Um pouco. - Sorri sarcástico. - O que quer aqui? Curtir uma praia? Boate?


- Vejo que não perdeu seu senso de humor né?! - Veio andando até mim. - Você sabe o que eu quero aqui Justin.


Esse era o problema, eu não sabia o motivo dele estar aqui, muito menos procurando por mim.


- Se eu disser que eu não sei, você me contaria? - Elevei uma sobrancelha.


- Claro, somos amigos. Esqueceu? - Riu. - Fiquei sabendo que depois de ter saído do Canadá veio para cá, ganhou uma boa grana aqui.


- Eu sou o rei dessa cidade e de todas que eu quiser cara. - Travei o maxilar.


- Sei disso, um grande título! Um título que para você conseguir teve que aprender com alguém... Não veio me agradecer, me recompensar por ter te ensinado tudo que aprendeu. Eu realmente fiquei ofendido, de verdade.


- Você só me mostrou o caminho, tudo que eu sei eu consegui por mérito meu! Você sabe que eu sou muito melhor que você, sabe que não pode comigo.


- Ai que você se engana. - Jason já não estava com o sorriso no rosto mais, estava sério pronto para comandar minha morte. - Eu gosto de você JB, só que você queria tomar meu lugar até te entendo o dinheiro é bom, o poder é bom. Mas eu não vim aqui te matar, vim aqui para entrar num acordo.


- Essa vai ser boa, qual acordo? - Perguntei.


- Deixar seu posto de rei e sair de todas as cidades que você comanda, todas mesmo! Mas como sou legal não irei deixar você desamparado, irei dar um dinheiro que você poderá cuidar de sua família, aqueles merdas que você chama de amigos e sua nova namoradinha. - Ele riu amargamente.


Não é possível ele estava me investigando, Jason não ta de brincadeira ele realmente quer tudo que é meu. Meu ódio subiu para um nível que eu nem sei explicar, mas quando vi faróis aparacendo eu me senti mais relaxado. Era o meu reforço, até que fim chegaram esse papo já estava muito chato mesmo.


- Ela é uma gracinha Bieber, pena que vocês brigaram né. Mas tudo bem, quando você se for eu irei cuidar dela. - Ele disse.


- Você nunca vai ter o que é meu Jason, nunca! - Peguei minha arma no cós da calça, apontando para ele. Claro que eu não era burro um número muito maior de homens meus apontava arma para todos eles. - Agora se me da licença irei me retira, foi ótimo te ver de novo. - Sai andando entre eles calmamente, eles sabia que se atirasse em um ali se quer todos morreriam, principalmente Jason.


Entrei no carro blindado e dei ordem para meus homens pegar todos os carros, para eles entrarem em contato com alguém terão que andar um pouquinho.


P.O.V Melissa


Os meninos nos deixaram em casa, e saíram voado de lá. Eu não queria saber nem o motivo. Eu não estava com a cabeça muito boa, isso eu sabia mas Justin não tinha o direito de ter colocado a mão em mim e ter sido tão rude assim comigo. Entrei em casa furiosa e subi as escadas rapidamente.


- Melissa, espera aonde você vai? - Jasmine perguntou na beira da escada.


Não respondi, apenas fui até o quarto daquele infeliz e comecei a pegar tudo que é meu. Eu chorava e pegava as roupas ao mesmo tempo, iria ir embora hoje mesmo sem avisar ninguém, não queria ver ninguém muito menos Justin.


- Melissa pelo amor, calma-se. - Cait apareceu no quarto.


Eu estava morrendo de vergonha delas, eu sou muito orgulhosa não gosto que ninguém me veja fraca e vulnerável. Justin havia me xingado de tudo que é nome perto delas e dos meninos, imagina minha cara para ver todos? Não hoje mesmo eu iria ralar daqui, depois me resolvo com minha mãe. Minha mala estava mais do que revirada mas isso não importava só precisava sair daqui antes de alguém chegar, apesar que eu acho que Justin não é homem o suficiente para perceber seu erro.


- Eu vou tomar um banho rápido enquanto vocês compram uma passagem para mim, podem fazer isso? - Olhei para elas pela primeira vez depois de tudo.


- Amiga, vamos conversar primeiro. Não faz assim.


- Cait conversamos no Canadá, não quero ficar mais um minuto nesse lugar! Por favor não insistam. - Falei apenas e entrei para o banheiro.


Quando a água começou a correr pelo meu corpo, minhas lágrimas se juntou a elas. Eu estava sentida não vou mentir, mas eu estava com muito mais ódio. Como... Ele achava que eu era qualquer uma? Então era isso que ele fazia com todas suas ficantes, como aquele menino do Canadá virou um monstro? Eu pensei que ele estava indo bem, não precisava ser o príncipe encantado só não colocar a mão em mim já estava de bom tamanho. Eu nunca mais queria ter vínculo com Justin, não quero nunca mais olhar na sua cara. Fechei o chuveiro e já fui para frente do espelho para passar uma maquiagem, de uma vez. Sai do banheiro e não vi as meninas no quarto, melhor assim não queria ficar falando com ninguém. Coloquei uma roupa básica e fui pegar minha mala para descer e ir imediatamente para aeroporto. Fiz o mínimo de barulho possível, não queria que Pattie e minha mãe acordasse as três da manhã.


- O voo vai sair daqui a uma hora. - Jasmine falou sentada no sofá.


- Obrigada, vocês não sabe o quanto eu agradeço. - Sorri ou melhor tentei.


- Eu queria voltar no tempo e te poupar disso. - Caitlin abaixou a cabeça.


- Você não tem culpa nenhuma, ou melhor vocês. Se aconteceu foi porque Deus quis. Eu vou lá meninas, se não vou perder o voo.


- Nós te amamos. - Jasmine me de um abraço.


- Também amo vocês.


- Só não vamos com você porque se não sua mãe vai desconfiar, acho que você não quer que isso aconteça né?


- Apesar de tudo não quero problemas, minha mãe está se dando muito bem com Pattie, imagina como tudo vai ficar se elas descobrir?


- Você ta certa amiga, amanhã vamos partir também. - Jasmine suspirou.


- Voltar a vida normal, chega de encrencas. - Ri.


Quando estava indo para fora de casa, alguém abriu a porta. Nem preciso dizer quem é né? Não olhei para ele, apenas segui ou melhor tentei porque ele segurou meu braço fazendo meu corpo se arrepiar de tanto ódio.


- Aonde vai com essa mala? A essa hora? - Perguntou.


Fiquei em silêncio, não queria brigas nem nada, só queria ir na santa paz. Será que ele não entende isso? Me soltei dele e fui para fora daquela mansão, saindo de cabeça baixa e acabada pela humilhação que ele me fez passar. Mas eu garanto, um dia Justin vai pagar por tudo que ele fez pode não ser agora mas um dia vai acontecer.

Andei um pouco até chegar aonde podia passar carros, até hoje não entendi isso mas enfim coloquei minhas malas no porta mala e segui para o aeroporto. É como uma simples viagem se transformou nesse transtorno... Desci do taxi e fui rumo para dentro, faltava pouco tempo para meu voo sair mas nada que não desce tempo para comer. Eu estava com uma fome enorme vocês não tem noção, mas não era de qualquer coisa era de um pão de queijo com milk shake do starbucks. Fui comprar o meu desejado lanche e fui comer em um dos banquinhos. Depois de encher minha barriga meu voo foi chamado então lá estou eu voltando para minha vida normal. Hoje o romance de verão chega ao fim...


- Senhora, já pousamos. - Alguém me sacudiu fazendo eu despertar de um ótimo sono.


- Ah sim, obrigada. - Sorri e me levantei.


Saí do avião indo pegar minhas malas, no caminho já chamei um uber pelo aplicativo. Estava muito confusa com o horário, aqui já era oito horas da manhã ou seja um horário ótimo para chegar em casa e descansar. Peguei minhas coisas e saí do aeroporto encontrando o uber e pedindo a Deus para chegar em casa logo.


P.O.V Justin


Fazia algumas horas que Melissa havia saído da mansão, com malas e tudo que ela tinha que levar. As meninas não falavam comigo, os meninos ficavam me enchendo sobre pedir desculpas coisa que eu não faria, eu sabia que eu tinha errado sabia que não foi certo o que eu fiz mas eu não irei ficar me remoendo. Se ela quis ir é porque ela não pensou em meus sentimentos que eu tinha, não era uma coisa grande mas eu estava gostando dela admito porém eu não iria passar por cima dos meus mandamentos. Foi melhor desse jeito, assim eu não teria que explicar para ela que a gente não iria ficar juntos.


- Se ela contar para todo mundo, o que será de você? - Chaz perguntou.


- Ela não vai contar Chaz, agora chega de falar desse assunto? - Falei esgotado.


- Concordo. - Ryan suspirou. - A gente deveria estar falando sobre o ocorrido de hoje, como Jason achou você?


- Isso não é muito um segredo né Ryan, Justin é o chefe da máfia como ele não acharia? Seria estranha né.


- Chris tem razão. - Falei. - Agora sabemos que ele quer aquilo que é meu. Ele ameaçou a pegar minha mãe.


- Ele ameaçou a sua mãe? - Chaz perguntou inconformado. - Como ele pode ser tão covarde assim.


- É a facção dele que tem esses mandamentos, sabe disso. Agora temos que focar, um minuto que a gente bobear a gente morre. Juntamente comigo minha mãe.


- É só dar as ordens Justin. - Chris disse.


- Primeiramente, temos que achar quem está com Jason nessa.


- Como assim? Está dizendo que ele está tendo ajuda de alguém?


- Sim Ryan, ele não tem essa força toda para combater comigo, ou seja tem gente grande por trás. Mas isso vai ser fácil. Vamos localizar onde ele está, onde fica, onde tem seus armamentos, tudo!


- Então temos que descansar para começar. - Chris disse.


- Descansar? - Ri. - Vamos fazer isso já! Quero ver da onde são as placas dos carros, para isso vamos ter que invadir as cameras do governo.


- Pra que? - Chaz perguntou.


- Naquela pista são instaladas cameras do governo, para radares etc.


- Com isso vamos pegar as placas. - Ryan captou a ideia.


- Pensou rápido meu amigo. - Me levantei. - Bora fazer ação.


Levantamos e fomos para o lugar aonde tudo aconteceu. Eu não quero saber de descansar se quer um minuto, só quero achar logo esse capeta e acabar com essa brincadeirinha. Chegamos na pista deserta não vendo um movimento se quer, a não ser o nosso é claro.


- Como vamos fazer para achar essas câmeras? - Chris olhou ao redor.


- Ué, nos postes né burro. - Ryan revirou os olhos.


- Peguem os equipamentos que trouxemos, vamos rápido porque aqui pode ser perigoso pra nós. - Dei a ordem.


Pegamos tudo que precisava, Chaz iria subir no poste pegar a câmera e ralar. Simples assim, pelo menos essa parte é simples. Chaz subiu a escada, a qual os capangas trouxeram, enquanto isso ficamos atentos de olho vivo em tudo.


- Temos um problema. - Chaz soltou a seguinte frase.


- O que foi agora caralho? - Assanhei meus cabelos.


- As câmeras foram tiradas.


- Que porra! Quando o governo tirou isso?! - Ryan disse.


- Não foi o governo, por qual motivo eles iriam tirar? - Chris disse.


- Fato que foi Jason e sua turminha. Quando ele ficou esperto assim?


- E agora? Como vamos achar eles? - Chaz perguntou descendo a escada.


- Não sei cara, não sei. - Suspirei.


- Vamos ter que esperar eles vim até nós.


- Pra minha família morrer enquanto a gente espera? Temos que pensar em algo, os carros que pegamos não pode nos trazer alguma pista?


- Até pode, mas informações básicas como: A firma que foi comprada o carro, se tem busca coisas assim mas nada que possa nos levar até ele. - Chaz respondeu.


- Vamos fazer isso hoje, agora.


- Galpão? - Ryan perguntou.


- Galpão!


Entramos no carro e fomos para em alta velocidade. Minha cabeça estava a mil, não sabia se hoje iria acordar e não ver a lua cair, por isso tenho que ser mais rápido que Jason. Parece que agora eu tenho um novo inimigo, um inimigo que por enquanto está sendo um fantasma nato. A minha preocupação na verdade não era comigo, era comigo era com minha mãe, o que eu faria se algo acontecesse com ela por minha culpa? Amanhã mesmo irei dar um jeito! Chegamos no lugar mais afastado que poderia existir que era o galpão de segurança máxima. Desci do carro vendo meus homens com fuzil e coletes a prova de bala, muito bem protegidos.


- Boa noite senhor. - Um deles falou.


- Só se for pra vocês, porque pra mim ta péssimo.


Fiquei de frente com a grande porta de metal, colocando minha digital fazendo a mesma se abrir. Quando a porta se abriu vi vários homens agindo, havia de tudo aqui tudo mesmo! Aqui era onde eu preparava meus assaltos, equipava meus carros, torturava vítimas...


- Vou verificar as placas de todos os carros. - Chaz disse se sentando no seu ''cantinho'' onde havia todo tipo de tecnologia.


- Qualquer pista já é um começo. - Disse.


Enquanto Chaz resolvia a parada de placas, aproveitei para ver outros assuntos meus. Peguei umas papeladas de contratos de carga, contrato com políticos e vi uma folha que me chamou a atenção. Uma morte de um drogado que me devia, esse mesmo drogado tinha o sobrenome de Jason.


- Kenny! - Gritei por ele.


- Sim senhor. - Respondeu.


- Quem é esse homem? - Perguntei apontando para sua ficha.


- É o tal cara que já te devia a um tempo.


- Tem informações pessoais dele? - Me levantei.


- Sim senhor, está nos arquivos.


- Traga pra mim. - Falei e me sentei novamente esperando o papel.


Kenny trouxe a ficha que eu tanto estava intrigado. Comecei a ler sobre a vida do cara, ele era casada até então não havia filhos, um serviço medíocre. Tudo estava normal, até eu ler que o cara era imigrante de outro país no qual não tínhamos conhecimento, o que me deixou mais confuso ainda. Por que um cara, que era casado viria para L.A sem um emprego fixo, sem um motivo concreto? Não pode ser o que eu estou pensando...


- Jason era sozinho no mundo não era? - Perguntei pros caras.


- Era o que ele dizia né, por que? - Ryan perguntou.


- Porque eu acho que já tenho uma resposta de Jason aparacer aqui.


- Como assim? Ele não quer a sua máfia? - Chris disse.


- Por que Jason iria querer minha máfia logo agora? Depois de tanto tempo que passou, por que vim aqui agora? No Canadá ele tem a sua quantia, apesar de eu ter meus comando lá ele ainda consegue sobreviver.


- Aonde quer chegar Justin? - Chaz perguntou.


- Acho que matamos alguém da família de Jason, alguém muito importante para ele.


- Que? Ta louco? Jason não tem ninguém não cara. - Ryan disse.


- Parece que tem. Entrei no registro de cidadão de Jason e seus pais realmente faleceram, mas deixou dois filhos. - Chaz disse.


- Matamos o irmão dele.


- Ta na onda cara? - Chris fez careta.


- Presta atenção, usa sua mente uma vez. Matamos um drogado que era imigrante de outro país, não havia emprego fixo aqui e era casado. Matamos ele a dois dias atrás, ou seja justamente no dia do atentado na mansão!


- Jason quer vingar a morte da única pessoa que ele tinha. - Ryan entendeu.


- Então Jason não ta aqui simplesmente para roubar você, ele quer que você sinta dor da mesma forma que ele. Por isso ameaçou tudo que você tem, isso envolvendo sua mãe. - Chris disse fazendo eu ficar abismado, pela sua capacidade de ter entendido.


- Jason ta com gente forte, pode achar todos os meus dados. - Falei ficando nervoso.


- Está com medo dele pegar sua família toda? - Chaz perguntou.


- Claro! Inclusive meus avós estão no Canadá, lugar aonde ele pode estar, pode achar meus irmãos...


- Justin temos que tirar nossa família daqui. - Ryan disse.


- Imediatamente. - Falei.


Pedi minha equipe para preparar minha casa na ilha, lá que minha família irá ficar. Ninguém consegue localizar aquela casa, era disso que eu precisava. Esse filho da puta do Jason vai me pagar, por estar fazendo eu tirar minha família as pressas. Difícil vai ser ter que explicar isso para meu pai... Cheguei na minha mansão e subi direto para o quarto da minha mãe. Ela estava deitada dormindo profundamente, lamento muito mais irei ter que acorda-la.


- Mãe! - Sacudi ela, que de imediato já acordou.


- O que está acontecendo Justin? - Ela é vidente agora?


- Arruma suas malas, você vai ir embora daqui.


- Como assim? Ta maluco filho? - Se levantou.


- Mãe eu não vou te falar o motivo, só que a senhora tem que ser rápida. Por favor. - Me levantei da cama.


- Como vou explicar isso para Melissa e Juliana? - Ai que eu me lembrei que ela não tava sabendo que Mel foi embora.


- Hoje mesmo elas vão embora, enquanto isso vou mandar embalar tudo seu.


Sai do quarto e fui para meu escritório. O sono já começava a querer vim, mas eu não posso piscar o olho. Mandei chamar parte da minha equipe para resolver aonde minha mãe iria ficar, um lugar seguro é claro.


- Senhor Justin, a casa do Canadá está em ótimas condições. - Disse um imbecil.


- Aham, mas o que me diria se eu dissesse que meu inimigo é de lá? - Revirei os olhos.


- Justin, tem a casa no méxico. O que acha? Um lugar sem leis, apesar de tudo calmo e ninguém sabe que você tem casa lá.


México... Lá era um lugar bom, ninguém sabia da minha casa de lá afinal é para isso que eu tenho essas casas para momentos como esses.


- Arrumem tudo para o México. Amanhã mesmo minha mãe irá ir para lá.


- Senhor? E sesu avós? Irmãos... Como vão ficar?


- Suspirei. - Vou ter que resolver isso pessoalmente. Enquanto isso façam o que eu mandei. - Dei a ordem fazendo todos sair.


P.O.V Melissa


Eu já estava de banho tomado e de pijama, apesar de eu não conseguir pregar o olho. A casa estava vazia, nem a empregada aqui estava até porque eu cheguei antes do momento combinado. Eu estava com marcas no rosto, um vermelhidão muito forte mas eu tentava esquecer desse triste momento. Na verdade eu prefiro esquecer tudo que aconteceu naquele lugar era preciso isso, se não nunca mais eu iria ser a mesma. Eu trocava algumas mensagens com as meninas, avisando que eu estava bem e que já havia chegado. A noite ainda teria que ir a faculdade, até porque já perdi várias coisas tenho que voltar a rotina. Meu telefone começou a tocar logo vendo que era minha mãe, suspirei e pedi muita ajuda a Deus.


- Oi mãe.


- Você está maluca de fugir assim Melissa? O seu respeito por mim acabou totalmente né, aponto de suas amigas ter mais medo de mim do que você! - Gritou


- Se a senhora continuar gritando eu vou desligar o telefone. Primeiramente eu voltei porque não suporto mais ficar ai, lugar muito chato. E outra, nosso combinado foi eu ficar ai para a inauguração da loja e vamos ver... A loja já inaugurou.


- Olha você não tem mais jeito! O dia que seus avós te tirar de mim você não vem reclamar, porque eu tento viu juro que eu tento.


Preferi desligar meu telefone o tacando do outro lado. Se a minha mãe soubesse o que eu passei naquele lugar, iria querer me mandar pro Brasil se bobear. Mas por algum motivo eu não queria acabar com a ''faminha'' de Bieber então fico na minha. Eu já estava faminta e não queria comer na rua, muito menos pedir marmitex. Então tive a brilhante ideia de ir na minha vó almoçar, vocês devem estar pensado que eu sou falsa por estar indo lá mas não! Eu amo meus avós de paixão, só que irrita esse coisa de ficar me monitorando, mas fora isso eles são uns amor. Como eu estava morrendo de preguiça, peguei um moletom, juntamente com minhas pantufas e finalizei com um boné. Até que eu não fiquei tão ruim, aproveitei e tire uma foto, postando no status. A casa dos meus avós não era tão longe, só que eu estava com preguiça de ir apé então fui com o meu carro. Cheguei rapidamente, estacionei meu carro em frente a casa de desci batendo na porta.


- Que surpresa querida! - Minha vó falou abrindo a porta.


- Oi vó, vim almoçar. - Beijei ela e entrei na casa.


- Sua mãe não chegou não?


- Não ela vai vim hoje. - Respondi.


- Deve que vai vim juntamente com Pattie. - Falou e eu não dei muita importância. - A família de uns dos seus amigos de infância ta aqui, vamos lá cumprimentar eles.


Que amigo? Fomos em direção a cozinha e ouvi vozes de crianças, juntamente com outras vozes. Cheguei na porta da cozinha e vi todos olhando para mim sorrindo, nesse meio vi os avós de Justin e um homem todo tatuado e forte, com umas crianças.


- Oii Diane, oi Bruce! - Sorri abraçando ele. - Como estão?


- Bem querida! Sua mãe não chegou não? - Diana perguntou.


- Não, ela vai chegar hoje a noite. - Minha vó respondeu. - Mel esse é Jeremy, ele é o pai de Justin.


Que? Eu tento me afastar de Justin e não consigo, o que o pai dele está fazendo aqui? Não que eu não goste dele, na verdade eu nem o conheço então...


- Olá. - Sorri. O mesmo me respondeu sorrindo.


Meu avó havia ido buscar algo no mercado, enquanto isso eu estava sentada na mesa com todos. Os irmãos de Justin era adorável! Não deu tempo de ''conversar'' muito com eles pois eles não paravam quietos, mas eram uns amores.


- Então você gosta de tatuagens? - Jeremy me olhou sorrindo.


- Amo! Você também não fica atrás...


- Eu me lembro que seu pai, amava também porém seus avós nunca deixaram ele fazer. - Jeremy deu de ombros.


- Então você conheceu meu pai? - Perguntei dando uma golada no suco.


- Ele é um cara muito bom. - Riu.


Conversamos bastante, ele era muito diferente do filho. Ele era calmo e educado, ou seja o oposto de Bieber. Ele era até casado, porém ele disse que vai ter que fazer uma viagem na qual ela não vai ir. Minha vó já havia terminado o almoço e é claro que eu devorei tudo. Depois fiquei descansando um pouco na sala, juntamente com Jazzy e Jaxon. Daqui a pouco terei que ir para casa e me arrumar pra faculdade e o tempo não estava nada legal, na verdade o tempo pedia cama! Mas não poderia faltar jamais, se não dona Juliana iria me matar.

(...)

Eu já estava indo para faculdade, sem ânimo algum é claro. Estava contando os minutos e horas para ralar daquele lugar. Fui para a sala de aula e me sentei abrindo meus livros esperando o professor começar a aula. Como minhas amigas fazem falta nesse lugar... Mandei uma mensagem para as meninas. Logo apos Jas respondeu.


- Você vai ter uma grande surpresa...






 
 
 

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